Conheça a nossa comunidade

Uma introdução ao nosso projecto de vida.

 

 

I. A nossa história e propósito de Deus para a nossa existência.

 

O Ministério Conquistadores Para Cristo teve início em 1994 em Fall River nos Estados Unidos da América, sendo o seu Presidente e fundador o Pastor José Gabriel Cabral.

 

O Ministério tem uma visão para as nações e suporta missionários em vários países. A primeira missão foi nos Açores de onde são originários a maioria dos membros da sua sede nos Estados Unidos da América.

 

No continente Português o Ministério Conquistadores Para Cristo iniciou oficialmente a 5 de Junho de 2005 em Fernão Ferro, Concelho do Seixal.

 

A Igreja existe em Fernão Ferro desde 1978, fundada pela Assembleia de Deus de Setúbal, durante o ministério do Pastor Durval Correia. Em 1990 ficou ligada à Assembleia de Deus do Fogueteiro sob a liderança do Pr. Lucas da Silva até Dezembro de 2004.

 

Esta comunidade iniciou celebrações como resultado de um milagre de Deus na vida de uma família desta terra através do ministério do Pastor Durval Correia da Assembleia de Deus de Setúbal.

 

Em Março de 2005, na Páscoa, a comunidade determinou a sua autonomia espiritual e financeira afiliando-se ao Ministério Conquistadores para Cristo, com sede em Fall River, M.A., U.S.A., mantendo o seu perfil de prática de fé e doutrina evangélica pentecostal comummente aceite e reconhecida pelo conjunto das igrejas evangélicas em Portugal, sobretudo as que são filiadas à Aliança Evangélica Portuguesa.

 

No dia 26 de Março de 2005 fizemos votos ao Senhor e decidimos:

  • Deixar o passado e adoptar uma nova linguagem;
  • Recomeçar uma nova vida com renovação dos compromissos;
  • Dispor o nosso coração a buscar ao Senhor.

 

A Igreja foi posteriormente constituída legalmente a 6 de Outubro de 2006 e obteve o seu registo como Pessoa Colectiva Religiosa.

 

1. Missões

 

Um dos factores determinantes para nos envolvermos com o ministério Conquistadores para Cristo foi a possibilidade de integrarmos um grupo como uma forte empenho em missões e podermos participar neste fantástico projecto.

 

O ministério Conquistadores apoia financeiramente missionários em vários países mas está principalmente empenhado em apoiar um orfanato na Índia para crianças órfãs e portadoras de HIV/SIDA.

 

2. Cruz Azul de Portugal

 

Este ministério foi outro dos motivos fortes que levaram à autonomia desta comunidade. O alcoolismo em Portugal é um problema dramático para milhares de famílias em neste país. Mais de 600.000 alcoólicos crónicos, mais de 1.500.000 de bebedores excessivos e um imensurável número de crianças filhas negligenciadas e maltratadas, são uma razão muito forte para perseguirmos este extraordinário desafio.

 

Esta comunidade é o maior “accionista” activo desta Instituição, quer em termos financeiros como humanos. Porém, a Cruz Azul é uma organização interdenominacional, e por conseguinte, todo o apoio de qualquer comunidade cristã evangélica e o seu respectivo retorno em resultados, é bem-vindo.

 

3. Propósito

 

Existimos para adorar a Deus e promover o seu Reino por todas as nações, resgatando indivíduos e restaurando famílias, agregando-os numa comunidade saudável que segue o exemplo de Jesus, e proporcionando a cada um a oportunidade de desenvolver os seus talentos.

 

 

II. O que é ser membro de uma comunidade e discípulo de Cristo.

 

Todos sabemos o que é participar activamente numa causa. Ser membro de uma comunidade evangélica traz uma responsabilidade maior: por uma causa secular vive-se, por uma causa cristã morre-se.

 

João 12:24,25

“Em verdade, em verdade vos digo: Se o grão de trigo caindo na terra não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto. Quem ama a sua vida, perdê-la-á; e quem neste mundo odeia a a sua vida, guardá-la-á para a vida eterna.”

 

Ao desafiá-lo a fazer parte da nossa comunidade sentimos o dever de partilhar consigo tudo o que somos e o que temos. Se você decidir ter comunhão connosco, partilharemos todos os recantos da nossa casa. Coma connosco pão e beba do nosso vinho. Traga o seu coração mais do que a sua oferta e celebre connosco a maior dádiva de Deus: O seu Filho.

 

1. Ide.

 

O Senhor Jesus disse: “Ide e fazei discípulos…”

 

Ser discípulo é melhor que ser membro. Mas uma coisa não se pode dissociar da outra.

 

Hebreus 10:25

“…não abandonando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia.”

 

2. Comunhão.

 

Quando nos reunimos como comunidade temos comunhão uns com os outros e aprendemos sobre o conselho de Deus. Aperfeiçoamos o nosso caminho e preparamo-nos para nos encontrarmos com Jesus e viver a nossa eternidade com Ele.

 

João 14:1-3

“Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.”

 

Desejamos partilhar consigo as nossas alegrias, lutas e vitórias. Esperamos de si que não desista quando a adversidade nos tocar de perto. Nesta comunidade todos somos humanos, nenhum de nós é divino. Buscamos ser santos e desejamos ser perfeitos em tudo o que somos e fazemos, mas reconhecemos a nossa dependência total de Deus para caminhar para esse alvo.

 

3. Temor de Deus.

 

Pedimos-lhe que tenha temor de Deus porque sabemos que se você tiver dessa dose, respeitará o “homem”, que é o seu próximo, o seu inimigo e o seu irmão. Seja tolerante quando o seu irmão falhar e não desista dele, se é que no seu coração reside uma natureza diferente dos outros mortais: o carácter de Deus.

 

Tiago 2:8-13

“Todavia, se estais cumprindo a lei real segundo a escritura: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo, fazeis bem. Mas se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado, sendo por isso condenados pela lei como transgressores. Pois qualquer que guardar toda a lei, mas tropeçar em um só ponto, tem-se tornado culpado de todos. Porque o mesmo que disse: Não adulterarás, também disse: Não matarás. Ora, se não cometes adultério, mas és homicida, te hás tornado transgressor da lei. Falai de tal maneira e de tal maneira procedei, como havendo de ser julgados pela lei da liberdade. Porque o juízo será sem misericórdia para aquele que não usou de misericórdia; a misericórdia triunfa sobre o juízo.”

 

Seja equilibrado não fazendo diferença entre pessoas. Não se precipite a julgar as pessoas pelos seus actos. Esta Igreja não está em Fernão Ferro por causa dos pecadores, não por causa dos justos. Se você é demasiado justo tente outra comunidade porque a nossa não se adequará ao seu perfil.

 

Tenha cuidado com a sua língua. Prefira as palavras que produzem bem-estar nos outros, uma linguagem correcta, tanto para com os seus irmãos como para com os seus concidadãos.

 

Tiago 3:6

“A língua também é um fogo; sim, a língua, qual mundo de iniquidade, colocada entre os nossos membros, contamina todo o corpo, e inflama o curso da natureza, sendo por sua vez inflamada pelo inferno.”

 

Ainda, sempre que tiver alguma questão difícil para tratar com alguém, procure fazê-lo depressa. Não retire horas ao seu sono e á sua boa consciência por causa de algum mal entendido. Se quiser tirar horas ao seu sono use-as para oração ou ao serviço da sua comunidade numa chamada a que o seu contributo extra horário seja requerido.

 

Mateus 5:23-24

“Portanto, se estiveres apresentando a tua oferta no altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai conciliar-te primeiro com teu irmão, e depois vem apresentar a tua oferta.”

 

5. Valorize os outros.

 

Uma Igreja também cresce na medida em que tem uma percepção clara quando Deus lhe acrescenta novos valores. Nenhum lugar nesta comunidade é vitalício. Cada membro desta comunidade mantém uma disponibilidade permanente para partilhar a sua responsabilidade com os mais novos e assumir novas responsabilidades no Reino de Deus

 

Filipenses 2:3, 4

“Nada façais por contenda ou por vanglória, mas com humildade cada um considere os outros superiores a si mesmo; não olhe cada um somente para o que é seu, mas cada qual também para o que é dos outros.”

 

 

III. Adorar a Deus e servir a comunidade

 

Apocalipse 1:8

“Eu sou o Alfa e o Ómega, diz o Senhor Deus, aquele que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso.”

 

Deus é o nosso fim. Não temos por fim a grandeza de nós próprios. Já temos a nossa própria dimensão aos olhos do Criador. O que fazemos não é mais importante do que o que queremos ser, para Deus e para o nosso próximo.

 

Tudo o que somos e o que fazemos deriva deste princípio de visão: Adorar a Deus e servir o próximo.

 

O que Deus É, é importante para nós. Por isso queremos conhecê-lo mais, estando em sua presença e ouvindo a sua Palavra.

 

Na dependência desta visão focamos:

            Os 10 mandamentos;

            As festas bíblicas;

            Jesus morreu por pessoas;

A nossa vocação ministerial;

O combate à pobreza.

 

1. Os 10 mandamentos

 

A lei de Deus contém dez mandamentos. Êxodo 20:1-10

 

“Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.

 

(1) Não terás outros deuses diante de mim.

 

(2) Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam, e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.

 

(3) Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão.

 

(4) Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou.

 

(5) Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.

 

(6) Não matarás.

 

(7) Não adulterarás.

 

(8) Não furtarás.

 

(9) Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.

 

(10) Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.

 

Romanos 13:10

“O que ama ao seu próximo não lhe faz nenhum mal. Pois o amor é o cumprimento total da lei.”

 

A lei de Deus resume-se em amor.

 

Mateus 22:37-40

“Respondeu-lhe Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.”

 

Jesus ajuda-nos a clarificar a nossa relação com a lei de Deus.

 

Mateus 5:17-18

“Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido.”

 

2. As festas bíblicas

 

A Páscoa, o Pentecostes e Tabernáculos são as três festas bíblicas mais importantes. A Páscoa foi ordenada por Deus quando o povo de Israel ainda estava no Egipto. Significa a "passagem" (sentido original da palavra) da escravidão para uma nova vida. É uma festa profética que aponta para a expiação de Cristo, a nossa Páscoa. Foi precisamente, nas vésperas do Sábado, conforme a data determinada (ao 14º dia do mês Nisã, conforme a data determinada pela Lei para o sacrifício, que o Messias foi sacrificado em nosso lugar como Cordeiro inocente.

 

O Pentecostes (quinquagésimo - sentido original da palavra), foi ordenado por Deus quando o povo de Israel, acampou em frente do Monte Sinai e recebeu a Lei através de Moisés. O Pentecostes é uma festa profética que aponta para o derramamento do Espírito Santo e cujo cumprimento se verificou em Actos dos Apóstolos cap. 2 quando decorria esta festa em Jerusalém.

 

Os Tabernáculos, (do original Sucot que significa cabana ou habitação) é também conhecida por festa das cabanas e foi ordenada por Deus para lembrar que o povo habitou durante 40 anos no deserto e que Deus habitou no meio deles num Tabernáculo. É também uma festa profética, pois aponta para a vinda do Messias que viria habitar de novo no meio do seu povo, conforme as muitas profecias descritas a Seu respeito. Jesus revelou-se de uma forma ousada como "O Messias" (do original "o enviado") no Evangelho de João caps 7 a 10.

 

Na nossa comunidade pregamos e cremos que Jesus ressuscitou ao terceiro dia e está vivo; que o Espírito Santo foi dado à Sua Igreja para entendimento das escrituras e acção na vida do crente; e, que Jesus voltará conforme prometeu para estar para sempre com todos os que crêem n'Ele e O recebem como seu Salvador pessoal.

 

Temos portanto boas razões para nos lembrarmos destas festas e contribuir para a propagação das verdades fundamentais que elas transmitem e que a tradição tanto se tem esforçado por apagar.


3. Jesus morreu por pessoas

 

João 3:16

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigénito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

 

Queremos ter a paixão de Deus nas nossas vidas. Se não a descobrirmos e se não a vivermos não haverá razão para a nossa existência.

 

A doença, a pobreza, as dificuldades económicas das famílias geram grande ansiedade e alteram em grande parte o equilíbrio emocional das famílias. Assim sendo, não há nada mais prioritário para atender senão a busca de soluções que minimizem e resolvam as dificuldades que inquietam o nosso semelhante e irmão.

 

4. A nossa vocação ministerial

 

As nossas 12 áreas ministeriais:

1.      Missões.

2.      Música / Louvor

3.      Ministros / Discipulado

4.      Cruz Azul.

5.      Casais

6.      Trabalho Social

7.      Crianças

8.      Jovens

9.      Homens

10.  Senhoras.

11.  Israel

12.  Evangelismo

 

4. O combate à pobreza.

 

Os versículos que se seguem são fundamentais nesta comunidade e suficientes para moldar toda a nossa estrutura de funcionamento e orçamento que dedicamos ao que Deus entende que o Seu povo deve atender. Ninguém deve fazer parte desta comunidade sem conhecer estes versículos:

 

Isaías 58:6-10

“Acaso não é este o jejum que escolhi? que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo? e que deixes ir livres os oprimidos, e despedaces todo jugo?

Porventura não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desamparados? que vendo o nu, o cubras, e não te escondas da tua carne?

Então romperá a tua luz como a alva, e a tua cura apressadamente brotará. e a tua justiça irá adiante de ti; e a glória do Senhor será a tua retaguarda.

Então clamarás, e o Senhor te responderá; gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui. Se tirares do meio de ti o jugo, o estender do dedo, e o falar iniquamente;

e se abrires a tua alma ao faminto, e fartares o aflito; então a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio-dia.

 

Lucas 4:16-19

(Jesus) “Chegando a Nazaré, onde fora criado; entrou na sinagoga no dia de sábado, segundo o seu costume, e levantou-se para ler.

Foi-lhe entregue o livro do profeta Isaías; e abrindo-o, achou o lugar em que estava escrito:

O Espírito do Senhor está sobre mim, porquanto me ungiu para anunciar boas novas aos pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos, e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, e para proclamar o ano aceitável do Senhor.”

 

Miqueias 6:8

“… O que é que o Senhor pede de ti senão que pratiques a justiças, ames a beneficência e andes humildemente com o teu Deus”.

 

Amós 5:21

“Aborreço, desprezo as vossas festas, e não me deleito nas vossas assembleias solenes.

Ainda que me ofereçais holocaustos, juntamente com as vossas ofertas de cereais, não me agradarei deles; nem atentarei para as ofertas pacíficas de vossos animais cevados.

Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos, porque não ouvirei as melodias das tuas liras.

Corra, porém, a justiça como as águas, e a rectidão como o ribeiro perene.

 

IV. O Baptismo e a Ceia do Senhor.

 

A. O baptismo.

 

O baptismo é um acto cerimonial judaico ligado à purificação dos pecados. João Baptista, primo de Jesus, baptizava e pregava o arrependimento dos pecados e a conversão a Deus.

 

Mateus 3:1-17

  • Jesus foi Baptizado por João Baptista.
  • Para quê se Jesus não tinha pecados? Para testemunho e manifestação pública de obediência!

 

O baptismo é, conforme o ensino bíblico, uma cerimónia com uma importância marcante na vida da igreja, porque foi uma ordem dada por Jesus: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, baptizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos.” Mateus 28:19,20

 

O Baptismo significa nascimento e purificação: “...Levanta-te, baptiza-te e lava os teus pecados, invocando o seu nome.” Actos 22:16  

 

1. Há um só Baptismo:

 

“Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação; um só Senhor, uma só fé, um só baptismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos.” Efésios 4:4-6

 

Embora, nas igrejas Pentecostais, como a nossa, possamos referir “baptismo no Espírito Santo”, devemos entender que relativamente ao Espírito Santo, este “baptismo” é de facto um “revestimento” e o cumprimento de uma promessa com a evidência de falar em línguas.

 

Devemos ter cuidado em não nos tornarmos demasiados exigentes com a aplicação das palavras, mas mais sensíveis com o que as expressões significam. Portanto, devemos assumir que Baptismo há só um: nas águas e por imersão.

 

O texto cima fala de unidade: fomos chamados em um só esperança e vocação, portanto, devemos partilhar da mesma unidade espiritual, contribuindo todos como se fôssemos um só.

  • O Baptismo é um mandamento do Senhor. Marcos16:16
  • O Baptismo é um acto de fé e obediência a Jesus. Actos19:2-5

  

Baptismo significa também sepultamento. "Ou, porventura, ignorais que todos quantos fomos baptizados em Cristo Jesus fomos baptizados na sua morte? Fomos, pois, sepultados com ele pelo baptismo na morte, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida." Romanos 6:3,4

 

2. O que o baptismo proporciona.

 

A remissão dos Pecados.

 

“Pedro então lhes respondeu: Arrependei-vos, e cada um de vós seja baptizado em nome de Jesus Cristo, para remissão de vossos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo.” Actos 2:38

 

O Novo Nascimento.

 

“Fomos, pois, sepultados com ele pelo baptismo na morte, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.” Romanos 6:4

 

Participação activa no Reino de Deus.

 

"De sorte que foram baptizados os que receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas; e perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações.” Actos 2:41,42

 

3. O propósito do Baptismo.

 

“Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, baptizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;” Mateus 28:19

 

“Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” não é apenas uma fórmula para baptizar: é uma afirmação que decreta uma ligação íntima e uma mudança total na vida de uma pessoa.

·         O baptismo, ou seja, a purificação dos pecados, é para todas as nações...

·         Fazer discípulos é também em todas as nações...

 

O baptismo tem também como propósito integrar o novo convertido na Igreja. “De sorte que foram baptizados os que receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas;” Actos 2:41 

 

B. A ceia do Senhor.

 

A ceia do Senhor é um cerimonial de aliança.

 

Génesis 14:17-20

“Depois que Abrão voltou de ferir a Quedorlaomer e aos reis que estavam com ele, saiu-lhe ao encontro o rei de Sodoma, no vale de Savé (que é o vale do rei). Ora, Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; pois era sacerdote do Deus Altíssimo; e abençoou a Abrão, dizendo: bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, o Criador dos céus e da terra! E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos! E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo.”

 

É aqui que começa a história da ceia, o cerimonial de aliança com pão e vinho. O rei Quedorlaomer  atacou Escol e Aner, com quem Abrão tinha aliança, e levou também cativo o seu sobrinho Lot (de quem não diz que ele tinha qualquer aliança).

 

Génesis 14:13

“Então veio um que escapara, e o contou a Abrão, o hebreu. Ora, este habitava junto dos carvalhos de Manre, o amorreu, irmão de Escol e de Aner; estes eram aliados de Abrão.”

 

A ceia da aliança é de novo enfatizada no Egipto e estabelecida como memorial eterno na noite da libertação – a Páscoa. Cinquenta dias depois no monte Sinai Deus determinou que um Cordeiro deveria ser imolado pela tardinha no dia 14 do 1º mês (Nisã) e comido numa ceia que lembraria para sempre a libertação do seu povo.

 

Antes de morrer, Jesus comemorou com os seus discípulos a ceia de Páscoa cumprindo assim com a instrução determinada previamente e ordenou que os seus discípulos continuassem a fazê-lo até que nos juntemos finalmente no seu Reino eterno.

 

Mateus 26:26-28 

“Enquanto estavam comendo, Jesus pegou o pão e deu graças a Deus. Depois partiu o pão e o deu aos discípulos, dizendo: Peguem e comam; isto é o meu corpo. Em seguida, pegou o cálice de vinho e agradeceu a Deus. Depois passou o cálice aos discípulos, dizendo: Bebam todos vocês porque isto é o meu sangue, que é derramado em favor de muitos para o perdão dos pecados, o sangue que garante a aliança feita por Deus com o seu povo. Eu afirmo a vocês que nunca mais beberei deste vinho até o dia em que beber com vocês um vinho novo no Reino do meu Pai.”

 

A ceia na sua forma original é realmente uma ceia completa e não um mero acto simbólico reduzido a um pedaço de pão e um pequeno copo de vinho. Aliás, quando o Apóstolo Paulo em I Coríntios 11:23 põe ordem no assunto ele fá-lo porque alguns chegavam cedo e embriagavam-se e outros que chegavam tarde já não participavam de nada.

 

Ainda, chamar “símbolos” ao pão e ao vinho é minimizar ainda mais a importância que lhes é devida. Assim, preferimos chamar-lhe “celebração da aliança” ou “memorial de aliança”.

 

I Coríntios 11:26 "Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha."

 

O pão lembra o corpo de Jesus que foi torturado. O vinho lembra o seu sangue inocente que foi vertido para remissão dos nossos pecados.

 

João 6:53-58

"Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tendes vida em vós mesmos. Quem comer a minha carne e beber o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. Pois a minha carne é verdadeira comida, e o meu sangue é verdadeira bebida. Quem comer a minha carne e beber o meu sangue permanece em mim, e eu, nele. Assim como o Pai, que vive, me enviou, e igualmente eu vivo pelo Pai, também quem de mim se alimenta por mim viverá. Este é o pão que desceu do céu, em nada semelhante àquele que os vossos pais comeram e, contudo, morreram; quem comer este pão viverá eternamente.”

 

Na nossa comunidade usamos sumo de uva (sem álcool). São várias as razões porque fazemos esta opção apesar da nossa convicção de que nos dias de Jesus o vinho era de teor alcoólico:

  • Lidamos com o problema do alcoolismo;
  • Não devemos induzir as crianças a beber álcool; algumas pessoas não suportam o álcool mesmo em pequenas quantidades;
  • O comportamento dos judeus nos dias de Jesus, relativamente ás bebidas alcoólicas, era diferente daquele que vemos hoje;
  • … entre outras razões.

 

V. O modelo bíblico de sustento da Igreja e como administramos.

 

Ofertar é um acto de amor. Quem não ama não é capaz de ofertar. Todos os membros da Igreja têm o dever de ofertar.

 

Permita-nos que compartilhemos consigo alguns conceitos que consideramos importantes.

 

1. Amor ao dinheiro.

 

  • O dinheiro é uma fonte de bênção para quem o sabe ganhar e uma fonte de problemas para quem não o sabe gastar;
  • Há pessoas que amam o dinheiro e não amam as pessoas – isso traz problemas.

 

I Timóteo 6:10-12a.

“O amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores. Tu, porém, ó homem de Deus, foge destas coisas; antes, segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão. Combate o bom combate da fé. Toma posse da vida eterna...,”

 

Por outro lado à pessoas que desprezam o dinheiro. Não o sabem guardar, não o sabem gastar, desperdiçam-no em tudo o que vêm.

 

2. Prosperidade.

 

  • Para muitos o dinheiro é o único indicador de prosperidade. Porém, ter um bom carro não significa ser próspero;
  • Prosperidade é ter uma vida com as necessidades supridas;
  • Prosperidade é uma questão de trabalho e de uma mente sã para vencer as dificuldades que surgem.

 

Devemos desejar as riquezas desde que Deus nos dê direcção para saber o que fazer com elas.

 

  • O nosso Deus é rico. Ageu 2:8;
  • Muitos homens da Bíblia foram ricos. Génesis 41:38-44;
  • As nossas riquezas devem servir para estabelecer o Reino de Deus no mundo. Mateus 6:33;
  • Para abençoar os seus irmãos com as suas riquezas. Actos 4:36,37;
  • Para o seu bem-estar pessoal. Eclesiastes. 5:18,19.

 

3. Responsabilidade.

 

  • Muitas pessoas quando são abençoadas financeiramente desperdiçam tudo o que têm esquecendo-se completamente de Deus e do próximo;
  • Outros estragam a saúde nas drogas, no álcool, comida, jogo e outras desordens compulsivas;
  • Há pessoas que são capazes de gastar 25,00 € numa garrafa de wiskie e não são capazes de contribuir com 1,00 € por mês para a Cruz Azul;
  • Outro indicador de irresponsabilidade é ter um salário baixo e contrair despesas com televisão por cabo, telefone e contrair todo o tipo de créditos      fáceis.

 

Precisamos de ter uma comunidade responsável: não apenas pelas finanças da Igreja, como também pela segurança da sua família e pela economia da nação.

 

Ofertar é uma questão de sobrevivência. É dando que se recebe. Acreditar que Deus nos pode dar o trabalho que nós precisamos é tão importante como pagar as nossas obrigações fiscais.

 

A cobiça por ter e a competição para mostrar são dois grandes inimigos da prosperidade.

  • É preciso ser inteligente para eliminar as despesas supérfluas;
  • É preciso ser diligente para que os nossos bens não se deteriorem;
  • É preciso impedir que os salários que caiem em sacos furados.

 

Ageu 1:4-9

“É para vós tempo de habitardes nas vossas casas estucadas, e esta casa há de ficar deserta? Ora, pois, assim diz o SENHOR dos Exércitos: Aplicai o vosso coração aos vossos caminhos. Semeais muito e recolheis pouco; comeis, mas não vos fartais; bebeis, mas não vos saciais; vestis-vos, mas ninguém se aquece; e o que recebe salário recebe salário num saco furado. Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Aplicai o vosso coração aos vossos caminhos. Subi o monte, e trazei madeira, e edificai a casa; e dela me agradarei e eu serei glorificado, diz o SENHOR. Olhastes para muito, mas eis que alcançastes pouco; e esse pouco, quando o trouxestes para casa, eu lhe assoprei. Por quê? disse o SENHOR dos Exércitos. Por causa da minha casa, que está deserta, e cada um de vós corre à sua própria casa.”

 

A palavra de Deus ensina-nos a colocar em devida ordem as nossas prioridades.

  • Não é coerente ter casas bonitas, carros bons, todos os luxos e deixar a casa de oração ao abandono. A casa de oração tem que ser um lugar onde nos sentimos bem e confortáveis;
  • Zelar para que a Igreja cumpra a sua missão deve ser uma exigência de todos nós na mesma medida em que contribuímos para que isso seja possível.

 

A casa de Deus tem que ter um conforto e um luxo equivalente ao que temos na nossa própria casa.

 

4. As primeiras ofertas: primícias.

 

O primeiro a trazer primícias foi Abel. Abel trouxe das primícias do rebanho, Caím trouxe do fruto do campo. O que agradou a Deus na oferta de Abel foi por este ter ofertado primícias, não a espécie (o cordeiro). Se Caim tivesse trazido o melhor fruto seria honrado de igual modo.

 

Génesis 4:3,4 “Aconteceu que no fim de uns tempos trouxe Caim do fruto da terra uma oferta ao SENHOR. Abel, por sua vez, trouxe das primícias do seu rebanho e da gordura deste. Agradou-se o SENHOR de Abel e de sua oferta;”

 

Dízimos não são primícias!!! As primeiras ofertas ao Senhor foram primícias.

 

Números 10:36-38

“Comprometemo-nos a levar ao templo do Senhor, todos os anos os primeiros frutos, dos nossos campos e das nossas árvores e apresentar no templo, aos sacerdotes que lá prestam serviço, o primeiro filho que nos nascesse, bem como as primeiras crias das nossas vacas e ovelhas, Igualmente assumimos o compromisso de entregar, nas salas do templo, a nossa primeira farinha os primeiros frutos das árvores e o nosso primeiro vinho e azeite para os sacerdotes e a levar aos levitas a décima parte das nossas colheitas.”

 

Como se ofertam primícias?

1.                                                           Trazendo o primeiro salário de um novo emprego conseguido;

2.                                                           Trazendo o lucro do primeiro negócio realizado;

3.                                                           Trazendo uma oferta especial depois das colheitas. (Pode ser o caso dos agricultores)

 

5. A instituição dos dízimos.

 

A instituição dos dízimos é tão antiga quanto a ceia.

 

Génesis 14:18-20

“E Melquisedeque, que era rei de Salém e sacerdote do Altíssimo Deus, trouxe pão e vinho. Melquisedeque abençoou Abrão, dizendo: "Abrão seja abençoado pelo Altíssimo Deus, que criou o céu e a terra! Seja louvado o Altíssimo Deus, que entregou os inimigos de você nas suas mãos!" Então Abrão deu a Melquisedeque a décima parte de tudo o que havia trazido de volta.”

 

Abrão trouxe os dízimos ao Rei de Salém e este veio ao seu encontro com pão e vinho. Quem traz oferta ao Senhor recebe em troca comunhão com o Rei. (Temos o hábito de levantar os dízimos no dia da Ceia do Senhor)

 

Levítico 27:30-32

“Também todas as dízimas do campo, da semente do campo, do fruto das árvores são do SENHOR; santas são ao SENHOR. Porém, se alguém das suas dízimas resgatar alguma coisa, acrescentará o seu quinto sobre ela. No tocante a todas as dízimas de vacas e ovelhas, de tudo o que passar debaixo da vara, o dízimo será santo ao SENHOR.”

 

O dízimo é do Senhor. O dízimo não é oferta. O dízimo é uma obrigação de cada ser humano para com o seu criador e destina-se ao sustento do culto na casa de Deus e obras sociais inerentes.

 

Como é que os empresários devem dar o dízimo? Uma empresa devidamente organizada pode ter todos os seus trabalhadores assalariados, inclusive o patrão... O dono do negócio pode assim saber quanto é o seu dízimo e apresentar outra oferta ao Senhor sob a forma de oferta alçada ou primícias.

 

6. Como administramos.

 

A Igreja tem uma direcção à qual compete a responsabilidade de administrar os bens da Igreja. Os gastos são regulados pelo orçamento anual aprovado em Assembleia-geral. Os gastos excepcionais e imprevistos não contempladas em orçamento são posteriormente justificadas em reunião de direcção e as excepções quando previsíveis são previamente consideradas pelo mesmo órgão.

 

A igreja tem contabilidade organizada, emite recibos legais aos membros que o solicitam e todos os valores em dinheiro, recebimentos e pagamentos efectuados, são processados através de uma única conta bancária.

 

O conselho fiscal reúne uma vez por ano para conferir as contas e toda a documentação está permanentemente disponível para poder ser consultada por qualquer membro da comunidade.

 

 

VI. Estatutos


VII. DECLARAÇÃO DE FÉ

Igreja Conquistadores para Cristo – Comunidade Cristã Evangélica

1. Cremos na existência de um único Deus eterno, pessoal, inteligente e espiritual, eternamente existente em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo.

2. Cremos na soberania e sabedoria de Deus na criação e sustento do universo, na providência, na revelação e na redenção.

3. Cremos no Senhor Jesus Cristo como Filho Unigénito e coexistente com o Pai, na Sua encarnação humana, no Seu nascimento virginal, na sua vida sem pecado, nos seus milagres divinos, no Seu sacrifício redentor, na Sua ressurreição e ascensão corporal, na Sua mediação junto de Deus, na Sua segunda vinda pessoal, visível, e em poder e glória.

4. Cremos no Espírito Santo, Sua personalidade, divindade e actividade, que opera a conversão e regeneração do pecador e lhe concede poder para testemunhar do Evangelho e exercitar dons.

5. Cremos no ministério do Espírito Santo, na Sua manifestação sobrenatural no crente através de línguas ininteligíveis e na sua interpretação para consolo, edificação e exortação da igreja e do crente, capacitando-o para o serviço e uma vida em santidade.

6. Cremos na inspiração divina, total e completa das Escrituras Sagradas, Antigo e Novo Testamento como um todo, na Sua suprema autoridade como única e suficiente regra em matéria de fé e de conduta, e que não existe qualquer erro ou engano em tudo o que ela declara.

7. Cremos que o homem foi criado por Deus à Sua imagem, que pecou em Adão, que caiu do seu primitivo estado de santidade por transgressão voluntária e que é actualmente um pecador por natureza e escolha, estando, por isso, sob a condenação de Deus.

8. Cremos na salvação e justificação do homem pelo sacrifício expiatório de Jesus Cristo, que se adquire pela fé nele, como uma graça de Deus, independente do mérito humano, de boas obras ou de cerimónias.

9. Cremos na imortalidade da alma, na ressurreição do justo e do injusto, no juízo final do mundo pelo Senhor Jesus Cristo, na eterna bem-aventurança dos crentes e na eterna condenação dos não crentes.

10. Cremos que a Igreja é o corpo universal e espiritual de Cristo, cuja cabeça é Ele, com missão de pregar o Evangelho no mundo inteiro e que, na sua expressão local, ela é um corpo vivo, uma comunhão de crentes congregados para a sua edificação, adoração e proclamação do Evangelho.

11. Cremos também que Deus conferiu à sua Igreja, com carácter de permanência, as Festas Bíblicas e duas ordenanças - o Baptismo e a Ceia do Senhor.

12. Cremos que é dever de todas as igrejas locais e de cada crente em particular esforçarem-se por fazer discípulos em todas as nações e proclamarem a toda a criatura a grande salvação de Deus. É dever dos discípulos de Jesus servirem a Deus em boa mordomia, promover a paz entre todos os homens e a cooperação entre as igrejas e os irmãos, tendo em vista a concretização dos grandes objectivos do Reino de Deus.


VIII. Regulamento Interno

 

IX. O futuro

 

A nossa visão é adorar a Deus e servir a comunidade

 

Criando um lugar onde o aflito, deprimido, frustrado e confuso encontre amor, aceitação, ajuda, esperança, perdão, direcção e encorajamento.

 

O nosso propósito é compartilhar as boas novas de Jesus Cristo com milhares de moradores da Freguesia de Fernão Ferro, concelho do Seixal.

 

Como tal o nosso desejo é dar as boas vindas a todos à comunhão da nossa família, amando, aprendendo, rindo e vivendo juntos em harmonia.

 

Comprometemo-nos a ajudar no desenvolvimento da maturidade espiritual das pessoas por meio de estudos bíblicos, pequenos grupos, seminários, retiros, acampamentos juvenis, escola dominical, concertos entre outras actividades que promovam relacionamentos saudáveis.

 

Estamos determinados a estimular cada pessoa a ter um ministério significativo, ajudando-os a descobrir os dons e talentos que Deus lhes deu.

 

Empenhamo-nos a enviar missionários e obreiros para diversos pontos do País, como do Mundo, assim como envolver cada membro com missões.

 

Um dos nossos objectivos, é ter um terreno, onde construiremos a sede regional, com uma estrutura simples mas bonita, que inclua um templo capaz de acomodar centenas de pessoas, um centro de aconselhamento e oração, classes para estudos bíblicos, treinamento de pessoas, uma área de recreação e um espaço infantil. Tudo isto para atender a todas as necessidades espirituais, emocionais, físicas e sociais da nossa comunidade.

 

Deste modo diante de todos assumimos o compromisso de que trabalharemos para alcançar esta visão. Estamos a orar a Deus por si, pela sua família, pela sua casa e pelo seu emprego. Porquê? Porque acreditamos que Deus tem um propósito para si e para esta Freguesia. Queremos apenas compartilhar consigo e deixar o convite de se juntar a nós nesta caminhada.

 

Temos consciência de que nem tudo será fácil, contudo estamos dispostos a assumir esse risco. Porque Deus nos mostrou que é possível viver de uma forma abençoada, próspera, feliz e inspirada.

 

Este é o nosso maior desejo.

 

Esta é uma visão inspirada por Deus!

 

X. Plano para 10 anos: 2009-2018

           

Em Março de 2009 a comunidade completa 30 anos de vida ao serviço do Rei Jesus na Freguesia de Fernão Ferro. Depois de 3 anos de autonomia e integrados no Ministério Conquistadores para Cristo e acrescidos da responsabilidade maioritária sobre a Cruz Azul de Portugal, faz todo o sentido planearmos o nosso futuro. Assim todos saberemos com o que contar nos próximos anos e seguiremos no caminho que traçámos para alcançar o fim que desejamos.

 

A Igreja persistirá em 12 áreas ministeriais, 5 redes estratégicas e 3 grandes projectos de solidariedade. A Igreja não perderá de vista a sua paixão por missões e o combate à pobreza. Aperfeiçoaremos a nossa adoração a Deus e seremos esforçados em servir dedicadamente a nossa comunidade.

 

O nosso plano estratégico para 10 anos não é uma obsessão, é um plano que nos desafia a alcançar as metas desejadas.

 

Desejamos daqui a 10 ver um templo construído, uma comunidade conquistadora com mais de 250 membros comprometidos e uma multidão duplicada de adoradores.

 

Queremos colocar Pastores no ministério a tempo inteiro e contribuir para o crescimento do Reino de Deus nesta nação e ser uma bênção também para outras.

 

Existimos para adorar a Deus e promover o seu Reino por todas as nações, resgatando indivíduos e restaurando famílias, agregando-os numa comunidade saudável que segue o exemplo de Jesus, e proporcionando a cada um a oportunidade de desenvolver os seus talentos.