Conheça
a nossa comunidade
Uma
introdução ao nosso projecto de vida.
I. A nossa
história e propósito de Deus para a nossa existência.
O
Ministério Conquistadores Para Cristo teve início em 1994
O
Ministério tem uma visão para as nações e suporta missionários em vários
países. A primeira missão foi nos Açores de onde são originários a maioria dos
membros da sua sede nos Estados Unidos da América.
No
continente Português o Ministério Conquistadores Para Cristo iniciou
oficialmente a 5 de Junho de 2005 em Fernão Ferro, Concelho do Seixal.
A Igreja
existe em Fernão Ferro desde 1978, fundada pela Assembleia de Deus de Setúbal,
durante o ministério do Pastor Durval Correia. Em 1990 ficou ligada à
Assembleia de Deus do Fogueteiro sob a liderança do Pr. Lucas da Silva até
Dezembro de 2004.
Esta
comunidade iniciou celebrações como resultado de um milagre de Deus na vida de
uma família desta terra através do ministério do Pastor Durval Correia da
Assembleia de Deus de Setúbal.
Em Março de
2005, na Páscoa, a comunidade determinou a sua autonomia espiritual e
financeira afiliando-se ao Ministério Conquistadores para Cristo, com sede em
Fall River, M.A., U.S.A., mantendo o seu perfil de prática de fé e doutrina
evangélica pentecostal comummente aceite e reconhecida pelo conjunto das
igrejas evangélicas em Portugal, sobretudo as que são filiadas à Aliança
Evangélica Portuguesa.
No dia 26
de Março de 2005 fizemos votos ao Senhor e decidimos:
A Igreja
foi posteriormente constituída legalmente a 6 de Outubro de 2006 e obteve o seu
registo como Pessoa Colectiva Religiosa.
1. Missões
Um dos
factores determinantes para nos envolvermos com o ministério Conquistadores
para Cristo foi a possibilidade de integrarmos um grupo como uma forte empenho
em missões e podermos participar neste fantástico projecto.
O
ministério Conquistadores apoia financeiramente missionários em vários países
mas está principalmente empenhado em apoiar um orfanato na Índia para crianças órfãs
e portadoras de HIV/SIDA.
2. Cruz Azul de Portugal
Este
ministério foi outro dos motivos fortes que levaram à autonomia desta
comunidade. O alcoolismo em Portugal é um problema dramático para milhares de
famílias em neste país. Mais de 600.000 alcoólicos crónicos, mais de 1.500.000
de bebedores excessivos e um imensurável número de crianças filhas
negligenciadas e maltratadas, são uma razão muito forte para perseguirmos este
extraordinário desafio.
Esta
comunidade é o maior “accionista” activo desta Instituição, quer em termos
financeiros como humanos. Porém, a Cruz Azul é uma organização
interdenominacional, e por conseguinte, todo o apoio de qualquer comunidade
cristã evangélica e o seu respectivo retorno em resultados, é bem-vindo.
3. Propósito
Existimos
para adorar a Deus e promover o seu Reino por todas as nações, resgatando
indivíduos e restaurando famílias, agregando-os numa comunidade saudável que
segue o exemplo de Jesus, e proporcionando a cada um a oportunidade de
desenvolver os seus talentos.
II. O que é
ser membro de uma comunidade e discípulo de Cristo.
Todos
sabemos o que é participar activamente numa causa. Ser membro de uma comunidade
evangélica traz uma responsabilidade maior: por uma causa secular vive-se, por
uma causa cristã morre-se.
João
12:24,25
“Em verdade, em verdade vos digo: Se
o grão de trigo caindo na terra não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá
muito fruto. Quem ama a sua vida, perdê-la-á; e quem neste mundo odeia a a sua
vida, guardá-la-á para a vida eterna.”
Ao
desafiá-lo a fazer parte da nossa comunidade sentimos o dever de partilhar
consigo tudo o que somos e o que temos. Se você decidir ter comunhão connosco,
partilharemos todos os recantos da nossa casa. Coma connosco pão e beba do
nosso vinho. Traga o seu coração mais do que a sua oferta e celebre connosco a
maior dádiva de Deus: O seu Filho.
1. Ide.
O Senhor
Jesus disse: “Ide e fazei discípulos…”
Ser
discípulo é melhor que ser membro. Mas uma coisa não se pode dissociar da
outra.
Hebreus
10:25
“…não abandonando a nossa
congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e
tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia.”
2. Comunhão.
Quando nos
reunimos como comunidade temos comunhão uns com os outros e aprendemos sobre o
conselho de Deus. Aperfeiçoamos o nosso caminho e preparamo-nos para nos
encontrarmos com Jesus e viver a nossa eternidade com Ele.
João 14:1-3
“Não se turbe o vosso coração;
credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se
não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se eu for e
vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que
onde eu estiver estejais vós também.”
Desejamos
partilhar consigo as nossas alegrias, lutas e vitórias. Esperamos de si que não
desista quando a adversidade nos tocar de perto. Nesta comunidade todos somos
humanos, nenhum de nós é divino. Buscamos ser santos e desejamos ser perfeitos
em tudo o que somos e fazemos, mas reconhecemos a nossa dependência total de
Deus para caminhar para esse alvo.
3. Temor de Deus.
Pedimos-lhe
que tenha temor de Deus porque sabemos que se você tiver dessa dose, respeitará
o “homem”, que é o seu próximo, o seu inimigo e o seu irmão. Seja tolerante
quando o seu irmão falhar e não desista dele, se é que no seu coração reside
uma natureza diferente dos outros mortais: o carácter de Deus.
Tiago
2:8-13
“Todavia, se estais cumprindo a lei
real segundo a escritura: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo, fazeis bem.
Mas se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado, sendo por isso condenados
pela lei como transgressores. Pois qualquer que guardar toda a lei, mas
tropeçar em um só ponto, tem-se tornado culpado de todos. Porque o mesmo que
disse: Não adulterarás, também disse: Não matarás. Ora, se não cometes
adultério, mas és homicida, te hás tornado transgressor da lei. Falai de tal
maneira e de tal maneira procedei, como havendo de ser julgados pela lei da
liberdade. Porque o juízo será sem misericórdia para aquele que não usou de
misericórdia; a misericórdia triunfa sobre o juízo.”
Seja
equilibrado não fazendo diferença entre pessoas. Não se precipite a julgar as
pessoas pelos seus actos. Esta Igreja não está em Fernão Ferro por causa dos
pecadores, não por causa dos justos. Se você é demasiado justo tente outra
comunidade porque a nossa não se adequará ao seu perfil.
Tenha
cuidado com a sua língua. Prefira as palavras que produzem bem-estar nos
outros, uma linguagem correcta, tanto para com os seus irmãos como para com os
seus concidadãos.
Tiago 3:6
“A língua também é um fogo; sim, a
língua, qual mundo de iniquidade, colocada entre os nossos membros, contamina
todo o corpo, e inflama o curso da natureza, sendo por sua vez inflamada pelo
inferno.”
Ainda,
sempre que tiver alguma questão difícil para tratar com alguém, procure fazê-lo
depressa. Não retire horas ao seu sono e á sua boa consciência por causa de
algum mal entendido. Se quiser tirar horas ao seu sono use-as para oração ou ao
serviço da sua comunidade numa chamada a que o seu contributo extra horário
seja requerido.
Mateus
5:23-24
“Portanto, se estiveres apresentando
a tua oferta no altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa
contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai conciliar-te primeiro
com teu irmão, e depois vem apresentar a tua oferta.”
5. Valorize os outros.
Uma Igreja
também cresce na medida em que tem uma percepção clara quando Deus lhe
acrescenta novos valores. Nenhum lugar nesta comunidade é vitalício. Cada membro
desta comunidade mantém uma disponibilidade permanente para partilhar a sua
responsabilidade com os mais novos e assumir novas responsabilidades no Reino
de Deus
Filipenses
2:3, 4
“Nada façais por contenda ou por
vanglória, mas com humildade cada um considere os outros superiores a si mesmo;
não olhe cada um somente para o que é seu, mas cada qual também para o que é
dos outros.”
III. Adorar
a Deus e servir a comunidade
Apocalipse
1:8
“Eu sou o Alfa e o Ómega, diz o
Senhor Deus, aquele que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso.”
Deus é o
nosso fim. Não temos por fim a grandeza de nós próprios. Já temos a nossa
própria dimensão aos olhos do Criador. O que fazemos não é mais importante do
que o que queremos ser, para Deus e para o nosso próximo.
Tudo o que
somos e o que fazemos deriva deste princípio de visão: Adorar a Deus e servir o
próximo.
O que Deus
É, é importante para nós. Por isso queremos conhecê-lo mais, estando em sua
presença e ouvindo a sua Palavra.
Na
dependência desta visão focamos:
Os 10 mandamentos;
As festas bíblicas;
Jesus morreu por pessoas;
A nossa vocação ministerial;
O combate à pobreza.
1. Os 10 mandamentos
A lei de
Deus contém dez mandamentos. Êxodo 20:1-10
“Então falou
Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da
terra do Egito, da casa da servidão.
(1) Não
terás outros deuses diante de mim.
(2) Não
farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem
em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante
delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que
visito a iniquidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração
daqueles que me odeiam, e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e
guardam os meus mandamentos.
(3) Não
tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente
aquele que tomar o seu nome em vão.
(4)
Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás
todo o teu trabalho; mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia
não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu
servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das
tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o
que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do
sábado, e o santificou.
(5) Honra a
teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor
teu Deus te dá.
(6) Não
matarás.
(7) Não
adulterarás.
(8) Não
furtarás.
(9) Não
dirás falso testemunho contra o teu próximo.
(10) Não
cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o
seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma
do teu próximo.
Romanos
13:10
“O que ama
ao seu próximo não lhe faz nenhum mal. Pois o amor é o cumprimento total da
lei.”
A lei de
Deus resume-se em amor.
Mateus
22:37-40
“Respondeu-lhe
Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e
de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo,
semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Destes dois
mandamentos dependem toda a lei e os profetas.”
Jesus
ajuda-nos a clarificar a nossa relação com a lei de Deus.
Mateus
5:17-18
“Não
penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir.
Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum
passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido.”
2. As festas bíblicas
A Páscoa, o
Pentecostes e Tabernáculos são as três festas bíblicas mais importantes. A
Páscoa foi ordenada por Deus quando o povo de Israel ainda estava no Egipto.
Significa a "passagem" (sentido original da palavra) da escravidão
para uma nova vida. É uma festa profética que aponta para a expiação de Cristo,
a nossa Páscoa. Foi precisamente, nas vésperas do Sábado, conforme a data
determinada (ao 14º dia do mês Nisã, conforme a data determinada pela Lei para
o sacrifício, que o Messias foi sacrificado em nosso lugar como Cordeiro
inocente.
O
Pentecostes (quinquagésimo - sentido original da palavra), foi ordenado por
Deus quando o povo de Israel, acampou em frente do Monte Sinai e recebeu a Lei
através de Moisés. O Pentecostes é uma festa profética que aponta para o
derramamento do Espírito Santo e cujo cumprimento se verificou em Actos dos
Apóstolos cap. 2 quando decorria esta festa em Jerusalém.
Os
Tabernáculos, (do original Sucot que significa cabana ou habitação) é também
conhecida por festa das cabanas e foi ordenada por Deus para lembrar que o povo
habitou durante 40 anos no deserto e que Deus habitou no meio deles num
Tabernáculo. É também uma festa profética, pois aponta para a vinda do Messias
que viria habitar de novo no meio do seu povo, conforme as muitas profecias
descritas a Seu respeito. Jesus revelou-se de uma forma ousada como "O
Messias" (do original "o enviado") no Evangelho de João caps
Na nossa
comunidade pregamos e cremos que Jesus ressuscitou ao terceiro dia e está vivo;
que o Espírito Santo foi dado à Sua Igreja para entendimento das escrituras e
acção na vida do crente; e, que Jesus voltará conforme prometeu para estar para
sempre com todos os que crêem n'Ele e O recebem como seu Salvador pessoal.
Temos
portanto boas razões para nos lembrarmos destas festas e contribuir para a
propagação das verdades fundamentais que elas transmitem e que a tradição tanto
se tem esforçado por apagar.
3. Jesus morreu por pessoas
João 3:16
“Porque Deus amou o mundo de tal
maneira que deu o seu Filho unigénito, para que todo aquele que nele crê não
pereça, mas tenha a vida eterna.”
Queremos
ter a paixão de Deus nas nossas vidas. Se não a descobrirmos e se não a
vivermos não haverá razão para a nossa existência.
A doença, a
pobreza, as dificuldades económicas das famílias geram grande ansiedade e
alteram em grande parte o equilíbrio emocional das famílias. Assim sendo, não
há nada mais prioritário para atender senão a busca de soluções que minimizem e
resolvam as dificuldades que inquietam o nosso semelhante e irmão.
As nossas
12 áreas ministeriais:
1. Missões.
2. Música / Louvor
3. Ministros / Discipulado
4. Cruz Azul.
5. Casais
6. Trabalho Social
7. Crianças
8. Jovens
9. Homens
10. Senhoras.
11. Israel
12. Evangelismo
4. O combate à pobreza.
Os
versículos que se seguem são fundamentais nesta comunidade e suficientes para
moldar toda a nossa estrutura de funcionamento e orçamento que dedicamos ao que
Deus entende que o Seu povo deve atender. Ninguém deve fazer parte desta
comunidade sem conhecer estes versículos:
Isaías
58:6-10
“Acaso não é este o jejum que
escolhi? que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do
jugo? e que deixes ir livres os oprimidos, e despedaces todo jugo?
Porventura não é também que repartas
o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desamparados? que vendo o
nu, o cubras, e não te escondas da tua carne?
Então romperá a tua luz como a alva,
e a tua cura apressadamente brotará. e a tua justiça irá adiante de ti; e a
glória do Senhor será a tua retaguarda.
Então clamarás, e o Senhor te
responderá; gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui. Se tirares do meio de ti o jugo,
o estender do dedo, e o falar iniquamente;
e se abrires a tua alma ao faminto,
e fartares o aflito; então a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será
como o meio-dia.
Lucas
4:16-19
(Jesus) “Chegando a Nazaré, onde fora
criado; entrou na sinagoga no dia de sábado, segundo o seu costume, e
levantou-se para ler.
Foi-lhe entregue o livro do profeta
Isaías; e abrindo-o, achou o lugar em que estava escrito:
O Espírito do Senhor está sobre mim,
porquanto me ungiu para anunciar boas novas aos pobres; enviou-me para
proclamar libertação aos cativos, e restauração da vista aos cegos, para pôr em
liberdade os oprimidos, e para proclamar o ano aceitável do Senhor.”
Miqueias
6:8
“… O que é
que o Senhor pede de ti senão que pratiques a justiças, ames a beneficência e
andes humildemente com o teu Deus”.
Amós 5:21
“Aborreço,
desprezo as vossas festas, e não me deleito nas vossas assembleias solenes.
Ainda que
me ofereçais holocaustos, juntamente com as vossas ofertas de cereais, não me
agradarei deles; nem atentarei para as ofertas pacíficas de vossos animais
cevados.
Afasta de
mim o estrépito dos teus cânticos, porque não ouvirei as melodias das tuas
liras.
Corra,
porém, a justiça como as águas, e a rectidão como o ribeiro perene.
IV. O
Baptismo e a Ceia do Senhor.
A. O baptismo.
O baptismo é um acto
cerimonial judaico ligado à purificação dos pecados. João Baptista, primo de
Jesus, baptizava e pregava o arrependimento dos pecados e a conversão a Deus.
Mateus 3:1-17
O baptismo é, conforme o
ensino bíblico, uma cerimónia com uma importância marcante na vida da igreja,
porque foi uma ordem dada por Jesus: “Portanto ide, fazei discípulos de
todas as nações, baptizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;
ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu
estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos.” Mateus
28:19,20
O Baptismo significa
nascimento e purificação: “...Levanta-te, baptiza-te e lava os teus pecados,
invocando o seu nome.” Actos 22:16
1. Há um só Baptismo:
“Há um só corpo e um só Espírito,
como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação; um só Senhor,
uma só fé, um só baptismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e
por todos e em todos.” Efésios 4:4-6
Embora, nas igrejas
Pentecostais, como a nossa, possamos referir “baptismo no Espírito Santo”,
devemos entender que relativamente ao Espírito Santo, este “baptismo” é de
facto um “revestimento” e o cumprimento de uma promessa com a evidência de
falar em línguas.
Devemos ter cuidado em
não nos tornarmos demasiados exigentes com a aplicação das palavras, mas mais
sensíveis com o que as expressões significam. Portanto, devemos assumir que
Baptismo há só um: nas águas e por imersão.
O texto cima fala de
unidade: fomos chamados em um só esperança e vocação, portanto, devemos
partilhar da mesma unidade espiritual, contribuindo todos como se fôssemos um
só.
Baptismo significa
também sepultamento. "Ou, porventura, ignorais que todos quantos fomos
baptizados em Cristo Jesus fomos baptizados na sua morte? Fomos, pois,
sepultados com ele pelo baptismo na morte, para que, como Cristo foi
ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em
novidade de vida." Romanos 6:3,4
2. O que o baptismo proporciona.
A remissão dos Pecados.
“Pedro
então lhes respondeu: Arrependei-vos, e cada um de vós seja baptizado em nome
de Jesus Cristo, para remissão de vossos pecados; e recebereis o dom do
Espírito Santo.” Actos 2:38
O Novo Nascimento.
“Fomos,
pois, sepultados com ele pelo baptismo na morte, para que, como Cristo foi
ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em
novidade de vida.” Romanos 6:4
Participação activa no
Reino de Deus.
"De
sorte que foram baptizados os que receberam a sua palavra; e naquele dia
agregaram-se quase três mil almas; e perseveravam na doutrina dos apóstolos e
na comunhão, no partir do pão e nas orações.” Actos 2:41,42
3. O propósito do Baptismo.
“Portanto ide, fazei
discípulos de todas as nações, baptizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do
Espírito Santo;” Mateus 28:19
“Em nome do Pai, do
Filho e do Espírito Santo” não é apenas uma fórmula para baptizar: é uma afirmação
que decreta uma ligação íntima e uma mudança total na vida de uma pessoa.
·
O baptismo, ou seja, a purificação dos pecados, é para todas as
nações...
·
Fazer discípulos é também em todas as nações...
O baptismo tem também
como propósito integrar o novo convertido na Igreja. “De sorte que foram
baptizados os que receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase
três mil almas;” Actos 2:41
B. A ceia do Senhor.
A ceia do
Senhor é um cerimonial de aliança.
Génesis
14:17-20
“Depois que Abrão voltou de ferir a
Quedorlaomer e aos reis que estavam com ele, saiu-lhe ao encontro o rei de
Sodoma, no vale de Savé (que é o vale do rei). Ora, Melquisedeque, rei de
Salém, trouxe pão e vinho; pois era sacerdote do Deus Altíssimo; e abençoou a
Abrão, dizendo: bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, o Criador dos céus e da
terra! E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas
mãos! E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo.”
É aqui que
começa a história da ceia, o cerimonial de aliança com pão e vinho. O rei
Quedorlaomer atacou Escol e Aner, com
quem Abrão tinha aliança, e levou também cativo o seu sobrinho Lot (de quem não
diz que ele tinha qualquer aliança).
Génesis
14:13
“Então veio um que escapara, e o
contou a Abrão, o hebreu. Ora, este habitava junto dos carvalhos de Manre, o
amorreu, irmão de Escol e de Aner; estes eram aliados de Abrão.”
A ceia da
aliança é de novo enfatizada no Egipto e estabelecida como memorial eterno na
noite da libertação – a Páscoa. Cinquenta dias depois no monte Sinai Deus
determinou que um Cordeiro deveria ser imolado pela tardinha no dia 14 do 1º
mês (Nisã) e comido numa ceia que lembraria para sempre a libertação do seu
povo.
Antes de morrer,
Jesus comemorou com os seus discípulos a ceia de Páscoa cumprindo assim com a
instrução determinada previamente e ordenou que os seus discípulos continuassem
a fazê-lo até que nos juntemos finalmente no seu Reino eterno.
Mateus
26:26-28
“Enquanto estavam comendo, Jesus
pegou o pão e deu graças a Deus. Depois partiu o pão e o deu aos discípulos,
dizendo: Peguem e comam; isto é o meu corpo. Em seguida, pegou o cálice de
vinho e agradeceu a Deus. Depois passou o cálice aos discípulos, dizendo: Bebam
todos vocês porque isto é o meu sangue, que é derramado em favor de muitos para
o perdão dos pecados, o sangue que garante a aliança feita por Deus com o seu
povo. Eu afirmo a vocês que nunca mais beberei deste vinho até o dia em que
beber com vocês um vinho novo no Reino do meu Pai.”
A ceia na
sua forma original é realmente uma ceia completa e não um mero acto simbólico
reduzido a um pedaço de pão e um pequeno copo de vinho. Aliás, quando o
Apóstolo Paulo em I Coríntios 11:23 põe ordem no assunto ele fá-lo porque
alguns chegavam cedo e embriagavam-se e outros que chegavam tarde já não
participavam de nada.
Ainda,
chamar “símbolos” ao pão e ao vinho é minimizar ainda mais a importância que
lhes é devida. Assim, preferimos chamar-lhe “celebração da aliança” ou
“memorial de aliança”.
I Coríntios
11:26 "Porque, todas as vezes que
comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele
venha."
O pão
lembra o corpo de Jesus que foi torturado. O vinho lembra o seu sangue inocente
que foi vertido para remissão dos nossos pecados.
João
6:53-58
"Respondeu-lhes Jesus: Em
verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem e não
beberdes o seu sangue, não tendes vida em vós mesmos. Quem comer a minha carne
e beber o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia.
Pois a minha carne é verdadeira comida, e o meu sangue é verdadeira bebida.
Quem comer a minha carne e beber o meu sangue permanece em mim, e eu, nele.
Assim como o Pai, que vive, me enviou, e igualmente eu vivo pelo Pai, também
quem de mim se alimenta por mim viverá. Este é o pão que desceu do céu, em nada
semelhante àquele que os vossos pais comeram e, contudo, morreram; quem comer
este pão viverá eternamente.”
Na nossa
comunidade usamos sumo de uva (sem álcool). São várias as razões porque fazemos
esta opção apesar da nossa convicção de que nos dias de Jesus o vinho era de
teor alcoólico:
V. O modelo
bíblico de sustento da Igreja e como administramos.
Ofertar
é um acto de amor. Quem não ama não é capaz de ofertar. Todos os membros da
Igreja têm o dever de ofertar.
Permita-nos
que compartilhemos consigo alguns conceitos que consideramos importantes.
1. Amor ao dinheiro.
I Timóteo 6:10-12a.
“O amor ao dinheiro é a
raiz de toda a espécie de males e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a
si mesmos se atormentaram com muitas dores. Tu, porém, ó homem de Deus, foge
destas coisas; antes, segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a
mansidão. Combate o bom combate da fé. Toma posse da vida eterna...,”
Por outro lado à pessoas
que desprezam o dinheiro. Não o sabem guardar, não o sabem gastar,
desperdiçam-no em tudo o que vêm.
2. Prosperidade.
Devemos desejar as riquezas desde que Deus nos dê direcção
para saber o que fazer com elas.
3. Responsabilidade.
Precisamos de ter uma
comunidade responsável: não apenas pelas finanças da Igreja, como também pela
segurança da sua família e pela economia da nação.
Ofertar
é uma questão de sobrevivência. É dando que se recebe. Acreditar que Deus nos
pode dar o trabalho que nós precisamos é tão importante como pagar as nossas
obrigações fiscais.
A
cobiça por ter e a competição para mostrar são dois grandes inimigos da
prosperidade.
Ageu 1:4-9
“É para vós tempo de
habitardes nas vossas casas estucadas, e esta casa há de ficar deserta? Ora,
pois, assim diz o SENHOR dos Exércitos: Aplicai o vosso coração aos vossos
caminhos. Semeais muito e recolheis pouco; comeis, mas não vos fartais; bebeis,
mas não vos saciais; vestis-vos, mas ninguém se aquece; e o que recebe salário
recebe salário num saco furado. Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Aplicai o
vosso coração aos vossos caminhos. Subi o monte, e trazei madeira, e edificai a
casa; e dela me agradarei e eu serei glorificado, diz o SENHOR. Olhastes para
muito, mas eis que alcançastes pouco; e esse pouco, quando o trouxestes para
casa, eu lhe assoprei. Por quê? disse o SENHOR dos Exércitos. Por causa da
minha casa, que está deserta, e cada um de vós corre à sua própria casa.”
A palavra de Deus
ensina-nos a colocar em devida ordem as nossas prioridades.
A casa de Deus tem que
ter um conforto e um luxo equivalente ao que temos na nossa própria casa.
4.
As primeiras ofertas: primícias.
O primeiro a trazer
primícias foi Abel. Abel trouxe das primícias do rebanho, Caím trouxe do fruto
do campo. O que agradou a Deus na oferta de Abel foi por este ter ofertado primícias,
não a espécie (o cordeiro). Se Caim tivesse trazido o melhor fruto seria
honrado de igual modo.
Génesis 4:3,4 “Aconteceu que no fim de uns tempos trouxe Caim
do fruto da terra uma oferta ao SENHOR. Abel, por sua vez, trouxe das primícias
do seu rebanho e da gordura deste. Agradou-se o SENHOR de Abel e de sua
oferta;”
Dízimos não são
primícias!!! As primeiras ofertas ao Senhor foram primícias.
Números 10:36-38
“Comprometemo-nos a levar ao templo do Senhor, todos os anos os
primeiros frutos, dos nossos campos e das nossas árvores e apresentar no
templo, aos sacerdotes que lá prestam serviço, o primeiro filho que nos
nascesse, bem como as primeiras crias das nossas vacas e ovelhas, Igualmente
assumimos o compromisso de entregar, nas salas do templo, a nossa primeira
farinha os primeiros frutos das árvores e o nosso primeiro vinho e azeite para
os sacerdotes e a levar aos levitas a décima parte das nossas colheitas.”
Como se ofertam primícias?
1.
Trazendo o primeiro salário de um novo emprego conseguido;
2.
Trazendo o lucro do primeiro negócio realizado;
3.
Trazendo uma oferta especial depois das colheitas. (Pode ser o
caso dos agricultores)
A instituição dos
dízimos é tão antiga quanto a ceia.
Génesis 14:18-20
“E Melquisedeque, que
era rei de Salém e sacerdote do Altíssimo Deus, trouxe pão e vinho.
Melquisedeque abençoou Abrão, dizendo: "Abrão seja abençoado pelo
Altíssimo Deus, que criou o céu e a terra! Seja louvado o Altíssimo Deus, que
entregou os inimigos de você nas suas mãos!" Então Abrão deu a
Melquisedeque a décima parte de tudo o que havia trazido de volta.”
Abrão trouxe os dízimos
ao Rei de Salém e este veio ao seu encontro com pão e vinho. Quem traz oferta
ao Senhor recebe em troca comunhão com o Rei. (Temos o hábito de levantar os
dízimos no dia da Ceia do Senhor)
Levítico
27:30-32
“Também todas as dízimas do campo, da semente do campo, do fruto
das árvores são do SENHOR; santas são ao SENHOR. Porém, se alguém das suas dízimas
resgatar alguma coisa, acrescentará o seu quinto sobre ela. No tocante a todas
as dízimas de vacas e ovelhas, de tudo o que passar debaixo da vara, o dízimo
será santo ao SENHOR.”
O dízimo é do Senhor. O
dízimo não é oferta. O dízimo é uma obrigação de cada ser humano para com o seu
criador e destina-se ao sustento do culto na casa de Deus e obras sociais
inerentes.
Como
é que os empresários devem dar o dízimo? Uma empresa devidamente organizada
pode ter todos os seus trabalhadores assalariados, inclusive o patrão... O dono
do negócio pode assim saber quanto é o seu dízimo e apresentar outra oferta ao
Senhor sob a forma de oferta alçada ou primícias.
6. Como administramos.
A Igreja
tem uma direcção à qual compete a responsabilidade de administrar os bens da
Igreja. Os gastos são regulados pelo orçamento anual aprovado em
Assembleia-geral. Os gastos excepcionais e imprevistos não contempladas em
orçamento são posteriormente justificadas em reunião de direcção e as excepções
quando previsíveis são previamente consideradas pelo mesmo órgão.
A igreja
tem contabilidade organizada, emite recibos legais aos membros que o solicitam
e todos os valores em dinheiro, recebimentos e pagamentos efectuados, são
processados através de uma única conta bancária.
O conselho
fiscal reúne uma vez por ano para conferir as contas e toda a documentação está
permanentemente disponível para poder ser consultada por qualquer membro da
comunidade.
VII. DECLARAÇÃO DE FÉ
Igreja Conquistadores para Cristo – Comunidade Cristã Evangélica
1. Cremos na existência
de um único Deus eterno, pessoal, inteligente e espiritual, eternamente
existente em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo.
2. Cremos na soberania e
sabedoria de Deus na criação e sustento do universo, na providência, na
revelação e na redenção.
3. Cremos no Senhor
Jesus Cristo como Filho Unigénito e coexistente com o Pai, na Sua encarnação
humana, no Seu nascimento virginal, na sua vida sem pecado, nos seus milagres
divinos, no Seu sacrifício redentor, na Sua ressurreição e ascensão corporal,
na Sua mediação junto de Deus, na Sua segunda vinda pessoal, visível, e em
poder e glória.
4. Cremos no Espírito
Santo, Sua personalidade, divindade e actividade, que opera a conversão e
regeneração do pecador e lhe concede poder para testemunhar do Evangelho e
exercitar dons.
5. Cremos no ministério
do Espírito Santo, na Sua manifestação sobrenatural no crente através de
línguas ininteligíveis e na sua interpretação para consolo, edificação e
exortação da igreja e do crente, capacitando-o para o serviço e uma vida em
santidade.
6. Cremos na inspiração
divina, total e completa das Escrituras Sagradas, Antigo e Novo Testamento como
um todo, na Sua suprema autoridade como única e suficiente regra em matéria de
fé e de conduta, e que não existe qualquer erro ou engano em tudo o que ela
declara.
7. Cremos que o homem
foi criado por Deus à Sua imagem, que pecou em Adão, que caiu do seu primitivo
estado de santidade por transgressão voluntária e que é actualmente um pecador
por natureza e escolha, estando, por isso, sob a condenação de Deus.
8. Cremos na salvação e
justificação do homem pelo sacrifício expiatório de Jesus Cristo, que se
adquire pela fé nele, como uma graça de Deus, independente do mérito humano, de
boas obras ou de cerimónias.
9. Cremos na
imortalidade da alma, na ressurreição do justo e do injusto, no juízo final do
mundo pelo Senhor Jesus Cristo, na eterna bem-aventurança dos crentes e na
eterna condenação dos não crentes.
10. Cremos que a Igreja
é o corpo universal e espiritual de Cristo, cuja cabeça é Ele, com missão de
pregar o Evangelho no mundo inteiro e que, na sua expressão local, ela é um
corpo vivo, uma comunhão de crentes congregados para a sua edificação, adoração
e proclamação do Evangelho.
11. Cremos também que
Deus conferiu à sua Igreja, com carácter de permanência, as Festas Bíblicas e
duas ordenanças - o Baptismo e a Ceia do Senhor.
12.
Cremos que é dever de todas as igrejas locais e de cada crente em particular
esforçarem-se por fazer discípulos em todas as nações e proclamarem a toda a
criatura a grande salvação de Deus. É dever dos discípulos de Jesus servirem a
Deus em boa mordomia, promover a paz entre todos os homens e a cooperação entre
as igrejas e os irmãos, tendo em vista a concretização dos grandes objectivos
do Reino de Deus.
IX. O
futuro
A nossa
visão é adorar a Deus e servir a comunidade
Criando um
lugar onde o aflito, deprimido, frustrado e confuso encontre amor, aceitação,
ajuda, esperança, perdão, direcção e encorajamento.
O nosso
propósito é compartilhar as boas novas de Jesus Cristo com milhares de moradores
da Freguesia de Fernão Ferro, concelho do Seixal.
Como tal o
nosso desejo é dar as boas vindas a todos à comunhão da nossa família, amando,
aprendendo, rindo e vivendo juntos em harmonia.
Comprometemo-nos
a ajudar no desenvolvimento da maturidade espiritual das pessoas por meio de
estudos bíblicos, pequenos grupos, seminários, retiros, acampamentos juvenis,
escola dominical, concertos entre outras actividades que promovam
relacionamentos saudáveis.
Estamos
determinados a estimular cada pessoa a ter um ministério significativo,
ajudando-os a descobrir os dons e talentos que Deus lhes deu.
Empenhamo-nos
a enviar missionários e obreiros para diversos pontos do País, como do Mundo,
assim como envolver cada membro com missões.
Um dos
nossos objectivos, é ter um terreno, onde construiremos a sede regional, com
uma estrutura simples mas bonita, que inclua um templo capaz de acomodar
centenas de pessoas, um centro de aconselhamento e oração, classes para estudos
bíblicos, treinamento de pessoas, uma área de recreação e um espaço infantil.
Tudo isto para atender a todas as necessidades espirituais, emocionais, físicas
e sociais da nossa comunidade.
Deste modo
diante de todos assumimos o compromisso de que trabalharemos para alcançar esta
visão. Estamos a orar a Deus por si, pela sua família, pela sua casa e pelo seu
emprego. Porquê? Porque acreditamos que Deus tem um propósito para si e para
esta Freguesia. Queremos apenas compartilhar consigo e deixar o convite de se
juntar a nós nesta caminhada.
Temos
consciência de que nem tudo será fácil, contudo estamos dispostos a assumir
esse risco. Porque Deus nos mostrou que é possível viver de uma forma
abençoada, próspera, feliz e inspirada.
Este é o
nosso maior desejo.
Esta é uma
visão inspirada por Deus!
X. Plano para 10 anos:
2009-2018
Em Março de
A Igreja
persistirá em 12 áreas ministeriais, 5 redes estratégicas e 3 grandes projectos
de solidariedade. A Igreja não perderá de vista a sua paixão por missões e o
combate à pobreza. Aperfeiçoaremos a nossa adoração a Deus e seremos esforçados
em servir dedicadamente a nossa comunidade.
O nosso
plano estratégico para 10 anos não é uma obsessão, é um plano que nos desafia a
alcançar as metas desejadas.
Desejamos
daqui a 10 ver um templo construído, uma comunidade conquistadora com mais de
250 membros comprometidos e uma multidão duplicada de adoradores.
Queremos
colocar Pastores no ministério a tempo inteiro e contribuir para o crescimento
do Reino de Deus nesta nação e ser uma bênção também para outras.
Existimos
para adorar a Deus e promover o seu Reino por todas as nações, resgatando
indivíduos e restaurando famílias, agregando-os numa comunidade saudável que
segue o exemplo de Jesus, e proporcionando a cada um a oportunidade de
desenvolver os seus talentos.